Da exclusividade à assinatura: os novos caminhos da perfumaria de nicho
Mercado conquista consumidores exigentes e abre espaço para criações autorais e ingredientes que carregam os aromas da ousadia
Por Aliz Lambiazzi
Há perfumes feitos para agradar a muita gente. E há os perfumes de nicho, que parecem seguir na direção oposta: combinam ingredientes inesperados, exploram aromas pouco convencionais e dão ao perfumista uma liberdade quase artística. Antes restrito a aficionados, esse universo começa a conquistar um público cada vez maior no Brasil.
Para quem entra nesse mundo, escolher um perfume deixa de ser apenas decidir entre um floral, um cítrico ou um amadeirado conhecido. Há fragrâncias que evocam couro, fumaça, terra molhada, incenso e tabaco, mas algumas criações vão muito além. Já se transformaram em perfume o concreto das cidades, um mundo pré-histórico de sangue, lama e vulcões e até o suor do corpo humano depois do sexo.
A provocação não é gratuita. Na perfumaria de nicho, o objetivo nem sempre é criar um aroma imediatamente agradável ou capaz de conquistar o maior número possível de consumidores. A fragrância pode contar uma história, provocar uma lembrança ou simplesmente expressar a personalidade de quem a usa.
“Qual é a finalidade da perfumaria de nicho? É você ser exclusivo, ter um cheiro diferente, um cheiro mais arriscado, e é um cheiro que te agrade e não que agrade todo mundo”, resume a perfumista Karen Filietaz, moradora de Alphaville. Depois de estudar perfumaria autoral no Chile, a empresária está prestes a lançar sua própria marca de nicho, prevista para o fim de 2026.
Essa liberdade explica por que alguns perfumistas transformam referências improváveis em fragrâncias. O francês Olivier Cresp, um dos grandes nomes da perfumaria mundial, fundou a Akro, casa que já buscou inspiração em cheiros associados à maconha, à torta de limão e até à tinta de tatuagem.
Cheirar diferente tem seu preço
Não existe uma fronteira absolutamente rígida para definir o que é nicho. O termo nasceu ligado sobretudo a casas especializadas em fragrâncias, com produção mais seletiva, distribuição restrita e maior liberdade criativa, em contraste com perfumes desenvolvidos para atingir mercados amplos. E também não deve ser confundido simplesmente com alta perfumaria: grandes marcas podem produzir coleções sofisticadas e exclusivas sem, necessariamente, serem casas de nicho.
Karen explica que há diferentes degraus nesse universo. “Existe a perfumaria normal, a perfumaria de design, tem a alta perfumaria dentro do design e, por fim, as perfumarias de nicho. As perfumarias de nicho são de baixa escala e que não são para agradar todos os narizes. Geralmente, são matérias-primas muito caras, muito escassas e, consequentemente, também perfumes mais difíceis de agradar a todo mundo”, esclarece.
É nessa aproximação com o universo do nicho que grandes marcas brasileiras também vêm investindo em linhas exclusivas de alta perfumaria. Natura, O Boticário e Granado, por exemplo, exploram ingredientes diferenciados, composições menos convencionais e maior liberdade criativa. A Natura leva matérias-primas brasileiras como priprioca, copaíba e breu-branco para sua Alta Perfumaria; O Boticário chegou a fragrâncias inspiradas em vegetais como beterraba, tomate e ervilha na linha Privée; e a Granado, com a linha Vintage, aposta em criações ligadas à botânica, à cultura e à própria história brasileira.
Para Karen, dois elementos ajudam a entender esse universo: escala e escassez.
“Resumindo: perfumaria de nicho são perfumes de baixa escala, com fragrâncias ousadas, na qual o perfumista tem a liberdade de criar. É uma perfumaria muito mais livre, sem amarras de escala, de ter que vender loucamente, e para públicos bem específicos, que gostam de ser mais exclusivos, únicos e gostam de cheiros diferentes”, explica.
A exclusividade aparece também no preço. No Brasil, há frascos que ultrapassam R$ 5 mil. E o consumidor disposto a pagar por eles está aumentando. No primeiro semestre de 2026, as vendas de fragrâncias de nicho cresceram 35% no país e passaram a representar 9% do mercado de fragrâncias de prestígio, segundo a Circana, empresa global de inteligência de mercado e comportamento do consumidor. O tíquete médio ficou próximo de R$ 1,5 mil.
O movimento encontra terreno fértil por aqui. O Brasil é o segundo maior mercado de fragrâncias do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da Euromonitor divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC). Em 2025, a categoria cresceu 10% no país.
Karen acompanhou de perto uma mudança no repertório olfativo do brasileiro. Durante muito tempo, lembra, perfumes importados eram pouco acessíveis e ficavam mais restritos a quem viajava para o exterior. Depois vieram maior variedade de importados e, mais recentemente, a explosão das fragrâncias árabes.
Embora perfume árabe não seja, necessariamente, perfume de nicho (há tanto fragrâncias de grande escala quanto casas e linhas árabes de nicho), Karen acredita que a popularização dessa perfumaria ajudou a apresentar ao consumidor brasileiro aromas diferentes daqueles aos quais estava habituado. Em 2025, as vendas de fragrâncias árabes no Brasil cresceram 286%, segundo a Euromonitor. No primeiro semestre deste ano, a Circana registrou nova alta, de 64%.
Allan Costa, criador do Dossiê Olfativo e um dos fundadores da Brasco e da Moodie, também percebe uma mudança no gosto do brasileiro, hoje mais disposto a experimentar fragrâncias fora do repertório habitual. “Uma vez que alguém expanda seu universo olfativo, ele não mais voltará a se contentar com o que conhecia antes”, afirma.
O passo seguinte, para uma parcela desse público, é procurar não apenas a inspiração, mas a criação original: começar a prestar atenção em quem formulou o perfume, nas matérias-primas, na história por trás dele e na possibilidade de encontrar algo menos comum.
O Brasil dentro do frasco
É justamente nesse ponto que o Brasil começa a descobrir que não precisa apenas consumir a perfumaria criada lá fora. Pode ter matéria-prima e identidade para contar suas próprias histórias olfativas.
Cumaru, breu-branco, priprioca, copaíba e pau-rosa já fazem parte desse repertório. Karen chama atenção ainda para pesquisas com baunilhas cultivadas na Bahia e extratos de ingredientes como folha de pitanga e jabuticaba, em um movimento de valorização de matérias-primas brasileiras.
Ela percebeu a força dessa identidade quando deixou uma carreira de 20 anos como executiva no mercado financeiro e de tecnologia, com passagens por PayPal, Meta e Visa, e se mudou com a família para o Chile. Viveu no país por quase três anos e foi lá que começou a estudar perfumaria.
“A América Latina trata de uma forma muito diferente a perfumaria do que aqui no Brasil. Eles valorizam demais as matérias-primas locais”, conta.
Para ela, o Brasil ainda está começando a desenvolver uma cena independente, embora novos projetos já estejam surgindo. Allan, por sua vez, considera que a produção nacional já atingiu um nível capaz de rivalizar com mercados de maior tradição. “Boa parte do que fazemos no Brasil não deve nada em qualidade, originalidade e criatividade ao que é produzido nos grandes centros da perfumaria”, garante o perfumista.
Se a tradição francesa se tornou conhecida por flores como jasmim, lavanda e tuberosa, o repertório brasileiro pode nascer de madeiras, raízes, resinas, sementes e folhas. Ingredientes que durante muito tempo permaneceram nos bastidores começam, aos poucos, a ganhar protagonismo.
Em um país que já ocupa o segundo lugar mundial no consumo de fragrâncias, talvez essa seja uma das mudanças mais interessantes em curso. Aos poucos, o Brasil começa também a construir sua própria trajetória na perfumaria de nicho, impulsionada por criadores que encontram na liberdade desse universo espaço para experimentar, ousar e desenvolver uma linguagem própria.
Em Alphaville, os principais rótulos de nicho são encontrados principalmente na Neeche Haute Parfumerie, especializada no segmento e com a maior variedade de marcas nacionais e internacionais da região, localizada no Shopping Iguatemi Alphaville. No mesmo centro de compras, a Sephora reúne marcas e linhas que se aproximam do universo do nicho e da alta perfumaria, como Tom Ford e Jo Malone London. Já a Divynas Perfumaria trabalha com casas como Xerjoff, Creed, Parfums de Marly, Nishane e Initio, entre outras. Confira os endereços no box.
SAMUEL MORAES: O PRIMEIRO PERFUME BRASILEIRO NA FINAL DO ART AND OLFACTION AWARDS
Há 30 anos, Samuel Moraes trabalha do lado de dentro da perfumaria: é ele quem formula fragrâncias, combina matérias-primas e transforma ideias em cheiros. Atual diretor criativo de perfumaria da Scentec, começou a carreira em 1996, como assistente de perfumista na Haarmann & Reimer, hoje parte da Symrise, e passou também pela IFF.
Para ele, duas palavras ajudam a definir a perfumaria de nicho: liberdade e exclusividade. Diferentemente do mercado de massa, em que escala, aceitação e comportamento do consumidor pesam na criação, o segmento abre mais espaço para que conceito, matéria-prima e visão criativa conduzam o desenvolvimento. “Não significa necessariamente fazer algo difícil, estranho ou inacessível. Significa ter espaço para desenvolver uma ideia com personalidade, com uma sofisticação ampliada”, explica.
Essa liberdade começa já na inspiração. Uma fragrância pode nascer de uma matéria-prima, paisagem, viagem, pessoa, lembrança, textura, cor, comida ou simplesmente de uma sensação. A partir daí, Samuel transforma a ideia abstrata em uma estrutura olfativa, passando pelo conceito, pelos acordes, matérias-primas e proporções até chegar à assinatura. “O perfume precisa funcionar como uma composição musical e ter vida. Não basta ter ingredientes interessantes; eles precisam conversar entre si, e ter uma evolução”, afirma.
Foi com essa liberdade que nasceu uma de suas criações mais reconhecidas, o Amyi VIII, primeiro perfume brasileiro a chegar à final do Art and Olfaction Awards, em 2020, na categoria Perfumaria Independente. Na composição, Samuel trabalhou a flouve com elementos como framboesa, tomilho vermelho, sal marinho, camurça, âmbar, sândalo e olíbano.
O perfumista atribui o reconhecimento internacional à personalidade da fragrância e a uma construção pouco óbvia, marcada por contrastes. Mas chama atenção para outro aspecto da criação: “eu não estava tentando criar uma fragrância brasileira que parecesse internacional. Estava simplesmente tentando fazer uma criação em que eu acreditasse e que pudesse eternizar momento e criar memória. O reconhecimento internacional foi consequência disso. Quando uma criação tem identidade, ela pode conversar com pessoas em qualquer lugar, e criar sensações e impressões incríveis”, conta.
Para Samuel, essa discussão vai além de uma única fragrância e ajuda a entender o momento da perfumaria autoral no país. O Brasil, avalia, vem construindo uma identidade própria, ainda que naturalmente influenciada por referências internacionais. E ser brasileiro, nesse universo, não significa simplesmente colocar uma fruta nacional ou uma matéria-prima da Amazônia ou do Cerrado dentro de uma fórmula.
Essa identidade, segundo ele, é muito mais ampla e pode aparecer na relação com a natureza, na diversidade cultural, nas cidades, na gastronomia, nas cores, nos contrastes e na maneira particular de interpretar o mundo. É justamente essa multiplicidade que Samuel considera uma força da produção nacional: em vez de buscar uma única grande referência, a perfumaria brasileira pode crescer a partir de muitas vozes e linguagens diferentes.
Do outro lado do frasco, o consumidor também mudou. Hoje, pesquisa quem criou o perfume, procura saber quais matérias-primas estão na composição, lê avaliações, compara fragrâncias e se interessa pela história por trás de cada criação. “O perfume deixou de ser apenas um acessório. Para muita gente, tornou-se uma forma de expressão pessoal. E existe uma busca cada vez maior por descoberta. O consumidor quer encontrar algo que tenha uma identidade diferente e que diga alguma coisa sobre ele”, observa.
Depois do Amyi VIII, Samuel continuou trabalhando com projetos de perfis distintos, entre eles SŪZŪ, Parfum Lab, Avatim, Maracujá Brasil e Skelt. Essa diversidade reforça o que ele enxerga como potencial das casas nacionais: abrir espaço para que perfumistas brasileiros desenvolvam linguagens próprias, sem a necessidade de reproduzir modelos estrangeiros. Ou, como resume Samuel, criar perfumes brasileiros capazes de se tornar referências por si mesmos.
ALLAN COSTA: DO ENCANTAMENTO AO NEGÓCIO
Depois de mais de 30 anos de carreira em tecnologia, inovação e negócios, Allan Costa transformou a paixão por perfumes em um novo território profissional. Criou o Dossiê Olfativo e a comunidade The Parfum Club e, ao lado de Gustavo de Paiva, lançou a Brasco. No início de 2027, será a vez da Moodie, dedicada a uma perfumaria mais artística e experimental.
A Brasco nasceu com a proposta do que Allan chama de “perfumaria de nicho possível”: criações autorais, mas pensadas para alcançar um público maior. A brasilidade aparece longe do caminho mais óbvio da flora tropical. Dueto traz um acorde de caipirinha com erva-mate; Nosso Wood recria o pau-brasil; e Brasa, seu favorito pessoal, reúne tabaco e cachaça.
“A brasilidade é o que norteia toda a direção criativa e proposta da Brasco”, afirma. Para Allan, mais do que reproduzir imagens já conhecidas do país, interessa traduzir o estilo de vida, o bom humor e a descontração do brasileiro.
A Moodie seguirá na direção oposta à preocupação com agradabilidade. Ainda em desenvolvimento, a marca já experimenta notas de grama fresca, tinta de caneta, carbono, concreto, látex, asfalto, gasolina e cera de vela. A ideia é criar perfumes associados aos diferentes estados de espírito vividos ao longo do dia.
Colecionador de mais de 400 frascos de diversos países, Allan acompanha também a evolução da produção nacional e acredita que já existem criações brasileiras capazes de competir em qualidade, originalidade e criatividade com as produzidas nos grandes centros da perfumaria. O próximo passo, em sua visão, passa por tratar esse talento também como negócio.
“A perfumaria de nicho brasileira muitas vezes é percebida como artística, e eu concordo. Mas a arte não é incompatível com uma visão empresarial de expansão, de exploração de novos mercados, de posicionamento internacional”, avalia. Para ele, é justamente desse encontro que pode surgir uma indústria brasileira mais forte. “Aliás, exatamente como toda boa fragrância: arte e ciência trabalhando juntas para criar coisas incríveis”, conclui.
ALGUMAS REFERÊNCIAS NACIONAIS
AMYI | cerca de 25 fragrâncias criadas
Primeira marca de perfumaria de nicho 100% brasileira, aposta em criações pouco óbvias. Amyi VIII mistura fumaça, incenso, framboesa, sal marinho, erva flouve e camurça — e foi o primeiro perfume nacional finalista do The Art and Olfaction Awards.
BÉCQUER | 17 fragrâncias
Artesanal e paulistana, brinca com encontros inesperados. Uji Matcha combina chá matcha e cumaru, enquanto Tobacco + Bourbon reúne tabaco, bourbon, musk e pimenta-preta.
FELISA | 8 fragrâncias
Sofisticada e provocativa, desconstrói ingredientes familiares. Fabulous Vanilla apresenta uma baunilha esfumaçada e amarga, acompanhada de amêndoa, pimenta-rosa e vetiver.
BYNOMADS | 7 fragrâncias
Viagens e culturas inspiram fragrâncias nada convencionais. Oud Kyphi combina oud, tâmaras, açafrão e olíbano; K-Musk reúne cenoura, cúrcuma, palo-santo, camurça e breu-branco.
SORRY NOT SORRY | 7 fragrâncias
Jovem e irreverente, aposta sem medo no estranho. Sépia mistura fumaça, uísque, rum, couro e piche de vidoeiro; Sumo junta goiaba, pêssego, coco, cenoura e pimenta-preta.
ALGUMAS REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS
O universo da perfumaria de nicho internacional reúne casas de diferentes origens e estilos, como Creed, Xerjoff, Akro, Initio, Parfums de Marly, Atelier des Ors, Maison Francis Kurkdjian, Diptyque, Nishane, Gritti, Matière Première, Loewe, Born to Stand Out, Fueguia 1833, Casaniche, L’Artisan Parfumeur, By Kilian, Le Labo e Amouage. Para mostrar a diversidade desse cenário, selecionamos cinco casas de diferentes países e regiões, cada uma representando uma personalidade e uma tradição olfativa.
L’ARTISAN PARFUMEUR | França
Pioneira da perfumaria de nicho moderna, nasceu em 1976 pelas mãos de Jean Laporte. Suas criações ajudaram a romper convenções: Mûre et Musc, de 1978, ousou colocar a amora e o musk branco no centro de uma fragrância.
XERJOFF | Itália
Luxo e exuberância definem a casa de Turim, que transforma também os frascos em objetos de desejo. Naxos, uma de suas criações emblemáticas, contrapõe tabaco e fava-tonka à lavanda, ao mel e aos cítricos.
LE LABO | Estados Unidos
Nascida em Nova York em 2006, cultiva uma estética urbana e despojada e prepara fragrâncias à mão em seus laboratórios. Santal 33, seu grande ícone, combina sândalo, couro, cardamomo, íris e violeta em um aroma seco e imediatamente reconhecível.
AMOUAGE | Omã
Criada em 1983, leva a herança olfativa de Omã à alta perfumaria contemporânea, explorando incensos, resinas e especiarias. Interlude Man é uma de suas criações mais intensas, com olíbano, mirra, oud, couro e orégano.
FUEGUIA 1833 | Argentina
Fundada em Buenos Aires por Julián Bedel, transforma paisagens, história e biodiversidade sul-americanas em perfumes. A casa explora matérias-primas botânicas pouco usuais e mantém pesquisa própria sobre plantas aromáticas nativas.
ONDE ENCONTRAR PERFUMES DE NICHO EM ALPHAVILLE
Neeche Haute Parfumerie
Especializada em perfumaria de nicho, é o endereço da região com a maior variedade de marcas nacionais e internacionais.
Onde encontrar: Shopping Iguatemi Alphaville.
Sephora
Embora tenha foco na perfumaria de grandes grifes, reúne marcas e linhas que se aproximam do universo do nicho e da alta perfumaria, como Tom Ford e Jo Malone London.
Onde encontrar: Shopping Iguatemi Alphaville.
Dubai Perfumes
Especializada em perfumaria árabe, reúne marcas como Lattafa, Armaf e Al Wataniah, incluindo fragrâncias de nicho.
Onde encontrar: Shopping Tamboré.
Natura
A coleção Alta Perfumaria aposta em criações sofisticadas e matérias-primas brasileiras.
Onde encontrar: Shopping Tamboré.
Granado
A Linha Vintage reúne perfumes de nicho inspirados na história da marca e na brasilidade.
Onde encontrar: Shopping Tamboré.
Dellian Presentes e Perfumaria
Tradicional multimarcas de Alphaville, oferece opções da Parfums de Marly, casa francesa de perfumaria de nicho.
Onde encontrar: Alameda Rio Negro, 1.033, loja 38, Alphaville.
Divynas Perfumaria
Trabalha com casas de nicho como Xerjoff, Creed, Parfums de Marly, Nishane, Maison Francis Kurkdjian e Initio, entre outras. A maioria das fragrâncias é vendida sob encomenda, com algumas opções à pronta entrega.
Onde encontrar: Alameda Grajaú, 98, Alphaville.
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